Ter dívidas é sempre ruim?

Nem toda dívida pode ser considerada ruim

Ter algum tipo de dívida é algo que faz parte do dia a dia da maioria das pessoas. E não é porque no Brasil pesquisas dizem que 2 em cada 3 brasileiros estão endividados.

Os números desta pesquisa se referem àquelas pessoas que já passaram do endividamento para a inadimplência. Neste grau o problema é grave!

Quando digo que ter dívidas é normal, é somente atestar que qualquer pessoa que possua um cartão de crédito e tenha comprado qualquer coisa, contraiu uma dívida.

O problema não é ter dívida mas não pagar pelo compromisso assumido (Inadimplência).

Se não fosse desta forma, os financiamentos de casa própria seriam sempre algo ruim, quando na verdade são instrumentos que dão condições às pessoas que não dispõem do dinheiro para comprar a vista, terem acesso a um crédito que as possibilite de conquistar seu sonho.

Financiamentos

Um financiamento só deve ser feito quando se conhece todas as condições do mesmo, a capacidade financeira para arcar com os custos e principalmente que o mesmo precisa ser feito com planejamento, considerando não só o valor do bem, mas também os valores de impostos, condomínio (se houver), mobílias, taxas e outros custos necessários.

Muitas pessoas erram ao consideram somente o valor da prestação para ver se o financiamento cabe no bolso ou não. Depois não conseguem arcar com todos os demais custos para a regularização do imóvel e os da moradia.

O mesmo vale para os financiamentos de veículos. Saiba mais sobre estes, clicando aqui.

As dívidas são classificadas em dívidas de valor ou sem valor. Na primeira, a pessoa tem como resultado algo que agrega em sua vida, uma casa, uma pós-graduação, algo benéfico.

As sem valor são aquelas contraídas em compras por impulso, em objetos ou serviços que não agregam e ainda deixam a conta a ser paga.

Sempre que possível, procure poupar seus recursos para comprar à vista e desconto. Assim, não contrairá dividas e ainda economizará.

Quando não for possível se pergunte se o que quer comprar é realmente necessário, se tem condições de custear aquele bem e se ele vai trazer algum beneficio real para você ou sua família.

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